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5月25日
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Equilíbrio
Arranco da escória a má impressão,
Disputo o último clamor,
Caminho entre as farpas do meu dia,
E silenciosamente, reverencio...
Luzindo a rebeldia antagônica,
Reimpresso o meu caminhar nas bordas do sol escarlate,
Reinvento a comedida e comovente arte dramática,
E saio de cena...
Derradeiro olhar sobre experimentos libertários,
Boicota intenções, controverte divagações,
E me deixa assim, na corda bamba...
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"EMPREENDER P/CRESCER"
Erika Bockie
Mercados & Negócios
Quinzenal (3ª Feira)
| 5月17日
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Força Condutora
O desejo trafica o que tenho de melhor,
Me carrega e seduz,
Me amplia e conduz,
À imortalidade da alma...
O desejo explode,
Em assobios estridentes,
Anunciando a chegada, dando vexame...
Infinitamente sobrecarregado de pudores,
O desejo surpreende, repreende, silencia,
Crava suas garras no sonho impossível,
Cruza lentamente as estradas de chão batido,
Deixa pegadas...
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"EMPREENDER P/CRESCER"
Erika Bockie
Mercados & Negócios
Quinzenal (3ª Feira)
| 5月12日
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Reciprocidade
Da boca, a palavra sensata...
Dos sentidos, a descoberta demarcada por insights...
Do impossível, o impulso exorcizante...
Cantar novos tempos,
Acreditar...
Será?
    
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"EMPREENDER P/CRESCER"
Erika Bockie
Mercados & Negócios
Quinzenal (3ª Feira)
| 5月6日
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Ser Mãe
Meu coração continua pulsando forte a certeza desse sentimento avassalador... O amor incondicional de mãe...
Proponho uma reflexão sobre a reciprocidade...
Tantas perguntas...
Será essa sensação de plenitude amorosa correspondida na mesma medida pelos filhos?
Como mães, estamos preparadas para a síndrome do ninho vazio?
Por que ser mãe envolve sempre tanto sofrimento?
Sofremos por qualquer indício que coloque em jogo o bem-estar dos nossos amados filhos,
Sofremos, receando pelo futuro que os espera,
Sofremos por uma palavra rude, dita em hora maldita,
Um gesto de indiferença,
A distância,
A imposta falta de convivência,
Sofremos pelo descarte...
E nos sentimos órfãs...
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"EMPREENDER P/CRESCER"
Erika Bockie
Mercados & Negócios
Quinzenal (3ª Feira)
| 5月1日
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Insana
Desolada entre os gênios de bronze,
Debando galopante pelo entusiasmo,
Infiltro espiões nos exércitos destroçados,
Amargo a dor fidalga que me faz triunfar...
A última letra, escreví no mármore dos jazigos abandonados,
O derradeiro verso, derramei sobre a glória anímica,
Da velha dialética, me fartei...
Sobrou o vento anônimo que passa fazendo pirraça,
Ficou a insanidade construtiva que ata,
Persegue a caça...
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"EMPREENDER P/CRESCER"
Erika Bockie
Mercados & Negócios
Quinzenal (3ª Feira)
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