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Corto a carne, esgano os sentidos, lanço atônita o ar que respiro para quimeras desconhecidas, onde trêmula me farto...
Corto a alma ao meio, expulso as sombras do meu dia, enxaguo as sutilezas e num passe de mágica, reconheço meu vasto vazio...
Corto sem dó a fantasia de existir como árvore fincada nos terrenos baldios... |